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Publicado em agosto 2nd, 2016 | por Francis Weslen

Doom: The Board Game – sai capeta!

Os portais do inferno se abriram bem no meio da sua mesa. Agora cabe a você e seus amigos dar conta dessa capetada toda. Baseado no pioneiro jogo eletrônico em primeira pessoa da Id Software, lançado em 1993, Doom: The Board Game já havia sido lançado em 2004, mas agora a Fantasy Flight Games vai lançar uma versão melhorada. A empresa prometeu para o final deste ano a segunda edição que é praticamente outro jogo. Essa edição versão foi desenvolvida por Jonathan Ying (Star Wars: Imperial Assault) dentro da história do atual lançamento da franquia: Doom 4, lançado pela Id Softwares e publicado pela Bethesda Softworks.

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Os componentes conseguem trazer todo o visual do universo do jogo digital para a mesa

Esse board game de estratégia e combate tático no melhor estilo dungeon crawl, poderá ser jogado por 2 até 5 jogadores e vem com censura para maiores de 14 anos, diferente do primeiro que era para 12 (sinal que a porradaria ficou ainda mais louca). Nele, até 4 jogadores serão fuzileiros navais de elite (Alpha, Bravo, Charlie, e Delta) combatendo legiões de demônios que emergem dos portais do inferno comandados por um outro jogador, o Invador, uma espécie de overlord, mestre da masmorra, f*** da p***, ou outro nome carinhoso que quiser apelidar esse parça.

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As cartas dos capetinhas

Utilizando dados personalizados, tiles de mapa com dupla face e 37 miniaturas de plástico, o board é muito bonito e imersivo, com a qualidade Fantasy Flight de produção. Sua equipe vai ter que ralar bastante para cumprir os objetivos e sobreviver às viagens que passarão dentro das instalações da Aerospace Corporation. Cada jogador começa com os mesmos itens, mas com classes diferentes, o que fará com que a forma de jogar de cada um seja única.

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As miniaturas ficaram bem detalhadas, deixando o jogo ainda mais bonito

Segundo a editora, o game pode levar de 2 a 3 horinhas apenas (mais rápido que TI). Por isso será preciso sabedoria na hora de escolher os jogadores, para que a partida não se torne um “inferninho” e se alongue demais.

É hora de carregar sua arma, vestir seu capacete e armadura para correr ao encontro da sanguinolência desenfreada ou comandar seus exército de demônios neste board game que promete ver muita mesa, inclusive a nossa.

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Sobre o Autor

Designer, viciado em games digitais, quadrinhos e financiamentos coletivos.



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