REVIEW CRÍTICO
Jogos que queremos muito: Scythe
Nessa série de posts falaremos de jogos que queremos muito mas ainda não temos, por motivos diversos. O jogo pode estar fora de linha, não ter sido lançado ainda, ou simplesmente ter sido cancelado…
Nessa série de posts falaremos de jogos que queremos muito mas ainda não temos, por motivos diversos. O jogo pode estar fora de linha, não ter sido lançado ainda, ou simplesmente ter sido cancelado e sem planos para o futuro.
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Como ver uma arte dessas e não se apaixonar?[/caption]
Scythe
Estamos na Europa, em 1920, sob as cinzas da Primeira Grande Guerra, numa linha do tempo paralela em que existe uma grande cidade-estado chamada "The Factory" (A Fábrica) que fechou suas portas após a guerra, que ela mesmo havia alimentado. É tempo de agricultura e guerra, corações partidos, engrenagens enferrujas e inovação.
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Mechs, animais e plantações.[/caption]
Em Scythe, cada jogador é um líder tentando restaurar sua honra dominar a Europa Oriental com sua facção. Jogadores conquistam território, alistam novos recrutas, colhem recursos, ganham moradores, constroem estruturas e ativam mechs monstruosos.
Cada jogador começa com diferentes recursos (resistência, pontos de vitória, capacidades de movimento, e popularidade), habilidades específicas de facção e um objetivo escondido. As posições iniciais são calibradas para contribuir para a singularidade de cada facção e a natureza assimétrica do jogo.
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O que faz aí, camponês?[/caption]
Depois disso meu amigo, é cada um por si. O jogo dá a cada jogador o controle quase completo de seu próprio destino. Os únicos elementos de sorte são as cartas de encontro, que irão definir como os jogadores interagem com os cidadãos de terras recém-explorados, e as cartas de combate, que dão um impulso temporário nos combates.
Scythe usa um mecanismo de escolha de ação simplificada (sem rodadas ou fases) para manter o jogo em ritmo acelerado e reduzir o tempo ocioso entre os turnos.
Os jogadores podem atualizar constantemente seus mecanismos para se tornar mais eficientes, construir estruturas que melhorem a sua posição no mapa, alistar novos recrutas para aprimorar habilidades de personagens, ativar mechs para dissuadir adversários de invadir, e expandir suas fronteiras para colher maiores tipos e quantidades de recursos. Esse constante upgrade aumenta a sensação única de cada jogo, mesmo quando se joga com uma facção várias vezes.
O jogo é uma criação dos designers Jamey Stegmaier e Alan Stone, e foi ilustrado pelo artista polonês
Jakub Rozalski. A previsão do financiamento coletivo é de 13 outubro a 5 novembro, pelo Kickstarter, com possibilidade de distribuição no Brasil por uma empresa local.
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Viramos fãs de Jakub Rozalski.[/caption]
Por que queremos?
Pense num work placement com controle de área, desenvolvimento de civilização e mechs gigantes! É a mistura de Stone Age, Agrícola e Caçadores da Galáxia, com a previsão de no máximo uma hora e meia de jogo. Muito mais que incrível! Junte tudo isso com a linda arte de Jakub Rozalski e está aí um jogaço!
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Escolha o seu mech![/caption]
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Cada personagem vem com um mascote.[/caption]
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Moedas para ostentar.[/caption]
Número de jogadores: 2-5 jogadores
Idade sugerida: a partir dos 14 anos
Tempo estimado: de 60 a 90 minutos
Fonte.
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